• Ricky Duraes

Festas de Lisboa retomadas com "risco partilhado," mas "toda a segurança"

As Festas de Lisboa serão retomadas este ano, com marchas, arraiais e casamentos de Santo António, num "risco partilhado" entre organização e participantes, enfrentado "com toda a segurança" e precavendo vários cenários, afirmou hoje o vereador da Cultura.


Foto: Jornal de Noticias

As festas populares regressam à capital portuguesa, as tradicionais marchas, arraiais e casamentos de Santo António regressam depois de um interregno devido à pandemia.


Após dois anos de suspensão, devido à pandemia de covid-19, o autarca Diogo Moura afastou uma nova interrupção das festividades populares: "Só será se a situação pandémica piorar muito, só se tivermos uma nova variante que venha com mais força, uma variante que venha impossibilitar a realização de eventos de grande massa", referindo depois "é extremamente importante que as Festas de Lisboa ocorram".

O vereador da cultura da camara de lisboa referiu que as coletividades passaram dois anos de muitas dificuldades e agora estão muito entusiasmadas e a aguardar com muita expectativa as festividades, que decorrem durante o mês de junho, tendo como momento alto a noite de Santo António, que se celebra de 12 para 13.


A Câmara de Lisboa está a trabalhar para antecipar os vários cenários de evolução da pandemia, inclusive para ter um plano pronto a ativar no caso de um pior cenário, para poder realizar todas as iniciativas programadas.


O tema das Festas de Lisboa para este ano recupera o previsto para 2020, com a celebração dos 100 anos do nascimento da fadista Amália Rodrigues, que serve de mote ao concurso das marchas, até porque algumas coletividades já tinham investido em adereços e "não faria sentido que esse investimento caísse por terra", mas o programa contemplará também o marco presente dos 100 anos do Parque Mayer.


Sobre as marchas, o concurso inclui os mesmos 20 grupos previstos para 2020 e as coletividades já estão a acautelar as condições de segurança, inclusive espaços abertos que permitam circulação de ar, para que os ensaios, que devem começar em março, "decorram com a maior normalidade, mas com toda a segurança".

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