• Ricky Duraes

JASIEL CORREIA APELA DE SENTENÇA A 8 DE SETEMBRO

Jasiel Correia antigo mayor da cidade de Fall River presentemente a cumprir uma pena de prisão de seis anos por fraude e extorsão vai apresentar o apelo para revogar a pena e ter acesso a novojulgamento. A sessão foi marcada para 8 de setembro.


O Tribunal de Apelações do Primeiro Circuito dos EUA agendou a argumentação oral no caso de recurso da sentença do antigo mayor da cidade de Fall River Jasiel Correia para 8 de setembro às 9h30. A sessão será virtual.


Correia de 30 anos de idade, foi vereador de Fall River e depois mayor de 2015 a 2019. Durante esse período criou um aplicativo de smartphone chamado SnoOwl e através do mesmo recebeu verbas que depois usou indevidamente incluindo roupas de luxo, jóias, viagens caras, refeições em restaurantes sofisticados e brinquedos para adultos. Como mayor, Correia foi a pessoa responsável pela emissão de documentação necessária que permitiu a abertura na cidade de dispensários de marijuana e orquestrou um esquema para extorquir proprietários de empresas em centenas de milhares de dólares. Por esse motivo foi condenado em 2021 a 10 acusações de fraude eletrônica e extorsão, e com este apelo procura agora anular sua condenação e receber um novo julgamento.


Os seus advogados apresentaram uma petição que se baseia em falta de provas suficientes para condenar Correia, o julgamento conjunto por fraude prejudicou injustamente o júri nas suas deliberações; Falta de instruções completas e adequadas ao júri por parte do juiz; e por fim o facto dos promotores usarem indevidamente um videoclipe de um debate entre Correia e o antigo mayor Sam Sutter para persuadir o júri de que Correia tinha uma “disposição criminosa”.


Especialistas jurídicos notaram que o processo de apelação pode ser demorado, levando meses ou até anos a ser resolvido.


Correia está atualmente preso na Prisão Federal em Berlim, New Hampshire, a cumprir uma pena de seis anos de prisão.


Quatro conspiradores no esquema de extorsão da marijuana – Tony Costa, Hildegar Câmara, Genoveva Andrade e David Hebert – fizeram acordos com promotores federais, declarando-se culpados de acusações que vão desde conspiração de extorsão até declarações falsas às autoridades federais. Todos eles receberam sentenças de liberdade condicional.



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