• Ricky Duraes

Operação antiterrorista dos EUA na Síria mata líder do Estado Islâmico

Em comunicado, Joe Biden anunciou esta quinta-feira que ataque, na zona da fronteira com a Turquia, vitimou Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurayshi, líder do Estado Islâmico. Outras 12 pessoas morreram.


Foto:G1

As tropas especiais americanas mataram Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurayshi, líder do Estado Islâmico ('Daesh'), anunciou o presidente Joe Biden esta quinta-feira.


A morte do líder do grupo terrorista surge depois de um ataque na noite anterior na Síria, pelos Estados Unidos, ter morto 13 pessoas.


"Obrigado à coragem das nossas forças armadas, removemos do campo de batalha Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurayshi, líder do Estado Islâmico".


O ataque foi em Atmeh, uma cidade na zona de Afrin, perto da fronteira entre a Síria e a Turquia - uma zona disputada e controlada por rebeldes sírios curdos.


Entre os mortos no ataque de quarta-feira, morreram seis crianças e quatro mulher.


Esta foi a maior operação das forças dos EUA na Síria desde a morte, em outubro de 2019, de Abu Bakr al-Baghdadi, líder do grupo jihadista Estado Islâmico, morto num ataque na região de Idlib, que escapa ao controlo do poder na Síria, indicou o diretor do Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), Rami Abdel Rahmane.


Segundo o observatório Sirio, que conta com uma vasta rede de fontes naquele país em guerra, os soldados desembarcaram de helicóptero perto de acampamentos para deslocados na localidade de Atmé, em grande parte controlada por jihadistas e rebeldes. A operação provocou confrontos que duraram duas horas.


A operação desta quinta-feira ocorreu poucos dias após o fim de um ataque do denominado Estado Islâmico a uma prisão das Forças Democráticas Sírias, dominadas pelos curdos, na região de Hassaké (nordeste). Este ataque foi a ofensiva mais importante do grupo jihadista desde sua derrota territorial na Síria, em 2019.

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